DISFUNÇÃO
ERÉCTIL
Incapacidade de atingir ou manter ereção de rigidez suficiente
para o crito em 50% ou mais das tentativas, podendo ou não estar
acompanhado de perda da libido e falência em ejacular.
A perda da libido mais comumente esta associada ao hipogonadismo testicular
ou hipotalamico, assim como doenças intercurrentes, drogas e
problemas psiquiátrico.
NPT - 4 a 8 associado a REM com a idade assim como REM.
A ejaculação precoce é um pressagio da impotência
90%.
Epidemiologia
Aumenta
com idade, após os 50 anos.
5 a 10%
----------------- 6ª década
20% --------------------- 7ª década
30 - 40% --------------- 8ª década
50% --------------------- 9ª década
Incidência
de Impotência nas Diversas Doenças
Diabetes
mellites
Genética Hemocromatose
Fibineastica
Doença celíaca
Uremia 68%
Uremia + transplante 21%
Metabólicas Alcoolismo 69%
Doenças Graves 56%
Hipertensão
25%
Vascular Doenças artodiacas 53%
Coronária 64%
AVE 70%
Neurologia Esclerose múltipla 71%
Pós traumatismo craniano 58%
Doença
pulmonar obstrutiva 35%
Inflamatório Cólon irritável 11%
Ressecção perineoabinominal 55%
Anastoniose renal 40%
Pós operatório de próstata 47%
Pós iridium do pênis 28%
Neoplasica Pós cura testículo 25%
Pós operatório de reto 5%
Pós Rx hodgkin 58%
Psiquiátrica
Esquisitemia 54%
Neurolepticos 30%
· A maior parte das impotência secundárias estão
associadas à arteriosclerose e sua complicações:
infarto AVE , doenças vasculares, a pressão sangüínea
peniana e risco de doença vascular. APSP indica risco para CVD.
Mecanismo de ereção
Depende
da interação da libido e potência o libido consiste
no desejo, pensamentos e satisfações.
Androgênios são importantes para a libido e freqüência
de ereções nas eróticas ou reflexas incluindo NPT
e são importantes para estimular a vesícula seminal e
próstata para produzir fluído seminal, parece que não
estejam envolvidos com ereções associadas com estímulos
eróticos.
O SNC responde à estímulos eróticos revertendo
a supressão tônica a adrenergica assim como a estimulação
dos centros de ereção toracolombar e sacral que ativam
os nervos erécteis. Estes provém de plexos pélvicos
e convergem para os nervos cavernosos cujas terminações
pós sinápticas operam através a liberação
de oxido nítrico, para relaxar os músculos lisos arteriais
dos corpos cavernosos e sinusóides. O aumento em dobro do diâmetro
arterial e corporal provê o grande aumento no feixo nos seios
cavernosos distendendo os mesmos. Os sinusóides distendidos comprimem
o plexo venoso subtunical e as veias penetrantes que drenam a maior
parte do corpo do pênis através da ternica albuginea, reduzindo
grandemente a drenagem albuginea, reduzindo grandemente a drenagem venosa.
A ereção é causada pelo influxo aumentado e drenagem
diminuída.
A ditumescencia pode ser passiva ou conseqüência da atividade
vasoconstrictora a 1
Sinipatica. A ejaculação ocorre tanto por ação
do SNC e arcos reflexos que vão até as terminações
nervosas sinipaticas nos testículos, vesículas seminais,
prostata e estruturas musculares lisas da pelve.
Com o envelhecimento e necessidade de estímulos eróticos
mais intensos, aumenta a latencia para ereção, o envelhecimento
do pênis se faz mais devagar e drenagem venosa maior resultado
numa ereção máxima menos firme. Freqüentemente
o tempo para ejaculação é prolongado. O aumento
no período refratário absoluto inibe uma próxima
ereção. NPT diminue com a idade e em muitos pacientes
a sensibilidade do pênis diminui.
A disfunção eréctil mostra-se estar associada com
alterações isquemicas nos corpos cavernosos que incluem
perda da integridade da musculatura lisa, infiltração
lipídica e fibrose intersinesoidal; que na atualidade serão
consideradas as alterações básicas que levam à
impotência e que doenças de vasos sangüíneos
maiores desempenham papel secundário.
PARCEIRA
A disfunção eréctil é um problema do casal
e o tratamento dependente do grau de participação, interesse
e saúde da parceira. A integridade do aparelho sexual da parceira
depende da menopausa e reposição hormonal.
Mulheres particularmente do grupo geriátrico devem ser preparadas
para o ressurgimento da capacidade erétil de seu parceiro. É
fundamental na avaliação incluir a parceira, discutir
o problema eréctil com ela; e determinar seu ponto de vista de
sexo e das várias alternativas de terapêuticas.
A disfunção eréctil pode ser pressagio de doenças
clínicas ou psiquiátrica sérias.
TESTES DE LABORATÓRIO
Avaliação
clínica completa
|